Associação Matogrossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas

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Nas profundezas do psiquismo - Segredos ocultos de você mesmo

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domingo, 27 de março de 2022

Em MATO GROSSO - entrevista com um homem que falou com um EXTRATERRESTRE / Barra do Garças-MT.

EXTRATERRESTRES
Quem são e o que fazem?
Autor: Marcos Dantas – ed. Kelps – (s/data)  – (pág, 83 a 98)



CASO: ADEMAR ALVES ATAIDE

Por conta da entrevista ser consideravelmente longa, este texto busca fazer um resumo do acontecido, conforme relatado pelo protagonista Ademar Alves, ocorrido em agosto de 1985, na época, com 38 anos.


O início: 

Ademar - “Bom, o que aconteceu foi o seguinte; ...eu era motorista de taxi e estava em meu ponto, juntamente com um camarada chamado Abdias. Depois, o telefone tocou, e como era a vez dele de corrida, o mesmo atendeu e depois saiu. Em seguida, chegou um casal, ele moreno, boa pinta. A mulher com o cabelo jogado no rosto... Eles queriam uma viagem para Alto Araguaia-MT. Eu aceitei e nós combinamos o preço, que ficou em vinte e sete mil cruzeiros, porque já era noite e a estrada estava ruim... Eram por volta das 22 horas. Aí ficou uma questão pendente e eles falaram que iam dar uma volta. Depois chegaram alguns colegas meus e eu avisei para eles que iria levar um casal para Alto Araguaia. Como o casal se ausentou, eu fiquei conversando com meus amigos. Depois como por encanto os dois reapareceram ao lado do meu carro. Foi ai que os meus amigos disseram: “Mas por onde eles passaram que nós não vimos?”. Depois, finalmente seguimos viagem.

Quando chegamos no Pontal do Araguaia o homem me perguntou com uma voz estranha: "você tem conhecimento de algumas coisas estranhas na região?”. E eu lhe respondi: “Mas que coisa estranha é essa?”. Eu pensei que fosse alguma coisa histórica, mas ele repetiu: “Você não tem ouvido falar de coisas estranhas na região?” E eu rebati: “Esta região é muito calma, ninguém vê falar em nada de errado por aqui”. Seguimos viagem. Mas ele continuou falando: “Hoje você vai ver e ouvir coisas que jamais sonhou que existisse”.

Entrevistador – Ele estava preparando a sua mente?
Ademar – Creio que sim. E foi naquele papo todo que ele me disse que eu iria ver uma nave.

Entrevistador – Ele falou de onde tinha vindo?
Ademar – Não, Não falou... Ele apenas ficou sentado no banco de trás e somente ele falava, a mulher não. Mas, os dois conversavam entre si numa linguagem que jamais consegui compreender. Depois chegamos num chapadão onde todo mundo conhece a região, à frente de Ponte Branca, foi aí que ele me falou que haveria um sinal pra nós. E eu teria que dar um primeiro sinal.

Entrevistador – Sinal? Pela luz do carro?  
Ademar – Isso. Depois eu dei o sinal. Foi mais na frente que a mulher me perguntou as horas e nesse momento eu vi que era uma mulher diferente. Foi aí que me deu aquele calafrio, passei a ter medo, mas, não dei demonstração. Quando chegamos mais adiante o homem tornou a me pedir para dar um novo sinal, e foi naquele momento que uma nave cruzou o nosso caminho. Então, eu fiz um outro determinado sinal que ele me mandou e aí a nave cruzou por cima da estrada. Era muito iluminado, ficou tão claro que eu podia encontrar uma agulha no chão.

Entrevistador – E o objeto, como era?
Ademar – Não sei precisar direito, mas era grande. Considero, mais ou menos, uns dez metros quadrados, e tinha muita luz em torno dela e piscando. Luzes de todas as cores. É como pegar dois pratos de louça bem fundos, fechar eles no centro e encher de luz no lado.

Entrevistador – Você notou algum campo de força ao redor do disco?
Ademar – Não! Mas, quando chegamos lá adiante num novo local, ele pediu para que eu parasse e continuasse o sinal, e aí a nave aproximou, e ficou a uns duzentos metros de nós. Estava na frente do carro. Ela ficou ali paradinha, suspensa no ar com suas luzes. Tranquilamente e sem nenhum ruído. Nenhum mesmo.

Entrevistador – Nesse momento que horas já eram?
Ademar – Isso foi, mais ou menos, na base das duas horas da madrugada. Foi aí que o casal desceu do carro e eu também desci normalmente. Na nave havia um espelho que não tinha reflexo de nada. Parece que esse espelho era para me identificar. Notei uma luizinha bem azul passou numa arvore próxima do carro, passou no carro, passou em nós, só que não tinha reflexo nenhum na nave. Parece que estávamos sendo identificados. Foi aí que eu perguntei ao homem o que significava tudo aquilo e ele me falou sobre a identificação. E a coisa ficou naquilo. O homem e a mulher começaram a se comunicar na língua deles, eu não entendia absolutamente nada. E isso demorou mais ou menos meia hora.

Entrevistador – Ele fez algum convite pra você?
Ademar – Sim, ele já tinha feito isso bem antes. Ele me disse que se eu quisesse iria embora com eles para o além. Ele só falou assim. Para mim não foi nada fácil tentar compreender tudo isso. E não compreendo.

Entrevistador – E o que aconteceu com os dois que estavam com você?
Ademar – Eu pensei comigo que se eu não fosse, eles iriam assim mesmo. Mas, de alguma forma, eles não embarcaram, parece que faltava alguma coisa. Foi aí que a nave deu aquele vôo como se fosse um vaga-lume, ficando bem alto. Não fez nenhum barulho, subiu ao alto e ficou parecendo uma estrela.

Entrevistador – Nesse interim, e os seus passageiros?
Ademar – Eles ficaram conversando na língua deles de maneira que eu não entendia nada. Foi aí que pedi para seguirmos viagem. Eu estava louco pra ir embora. (...) ...o homem era moreno e a mulher... a mulher não sei explicar. A caracteristica do homem era normal, era um homem simpático. Enfim, eu queria ir embora e chamei para seguirmos viagem. A mulher não queria ir. Era queria ficar por todos os meios. Mas, depois de muita insistência, ela aceitou. Eu queria ir embora e só nisso que eu pensava. 

Entrevistador – Mas, a mulher queria embarcar na nave?
Ademar – Eu não sabia mais qual era o intuito daqueles dois a partir daquele momento. Em seguida, depois de muita insistência, retornamos para o carro e seguimos para Alto Araguaia. Eles me relataram que estavam em busca de duas mulheres. Quando chegamos em Alto Araguaia, fomos para um hotel. Então encostei o carro ali e era cerca de três horas da manhã, depois entramos no hotel. No outro dia acordei as nove horas da manhã e eu pensei “acho que estou livre agora”.

Entrevistador – Os dois dormiram juntos?
Ademar – Não prestei atenção. Eu sei que peguei um quarto lá no fundo e apaguei por completo. (...) ...quando acordei já pensei “Bom, agora eu vou voltar para o meu destino”. Quando eu cheguei na porta do meu carro, olha quem estava lá!?

Entrevistador – Os dois?
Ademar – Só ele! Só o homem. (...) Eu estava muito sujo, pois era o mês de agosto e de poeira. Ele estava totalmente limpinho. (...) ...eu estava muito abalado. Havia terra em cima do painel do meu carro, mas o homem estava de calças jeans, uma camiseta azul por dentro e uma jaqueta jeans, a mesma roupa - impecável.

Entrevistador – Ele tinha alguma bolsa ou coisa assim?
Ademar – Sim, tinha uma bolsa de couro pequena debaixo do braço, como se fossem documentos. Além disso, não tinha mais nada de bagagem.

Entrevistador – A voz deles era igual a nossa ou era diferente?
Ademar – Era muito confusa, ...era mecanizada, quando eles conversavam entre si. É exatamente isso que eu não entendi. O som da voz deles saia como se estivessem falando com uma caixa de som. Eletrônica, mais ou menos assim. ...então, naquele momento que eu pensei que estava livre deles, ele me disse para leva-lo para o lado do rio. Eu já sabia que ali tinha um rio, mas e ele, como sabia? ...quando lá chegamos, ele me pediu para perguntar as lavadeiras, que ali se encontravam, se elas tinham visto duas mulheres por ali. As lavadeiras disseram que não. ...mais adiante, onde estavam outras lavadeiras, novamente ele me pediu para perguntar (as mulheres não entendiam o jeito que ele falava), quando perguntei, essas outras mulheres responderam que tinham vistos duas moças dois dias antes. Depois disso, fomos embora e voltamos para a porta do hotel e eu pensei comigo mesmo “agora é a hora de nosso acerto”. Mas, quando íamos acertar, chegou um colega meu de profissão, daquele município. Um homem que fala demais. Ele foi me contar que durante a madrugada tinha visto um disco-voador pairando por sobre os céus daquela região. O cara era do tipo esparolado, que chega conversando o que vem na cabeça. Mal sabia ele que estava impedindo o meu acerto com o extraterrestre.

Entrevistador – E este seu amigo tinha realmente visto a nave?
Ademar – Acho que sim. ...o horário dele coincidia com o meu, que era aproximadamente três horas da manhã. (...) Essa nave circundou toda a região e foi sentido a Barra do Garças. (...) Depois que livramos daquele falador, finalmente fomos fazer o acerto. (...) Ele pegou imediatamente a sua bolsinha e a abriu, revelando-me em que em seu interior haviam dezenas e dezenas de notas grandes. O maior valor da época. E eram todas notas novinhas. Muito novas. Eu confesso que achei muito estranho (risos).

Entrevistador – E depois?
Ademar – Nós havíamos combinado que o preço da corrida seria de vinte e sete mil cruzeiros, mas, ele acabou me dando trinta mil cruzeiros e não quis receber o troco.

Entrevistador – Ele havia pechinchado?
Ademar – Não, pelo contrário. Eu é que lhe disse que cobraria vinte e sete, mas ele acabou pagando os trinta. Achei muito bom por ter recebido aquele extrazinho. Mas, depois eu notei uma grande diferença no veículo. Quando partimos de Barra do Garças e nos dirigimos para Alto Araguaia, eu tinha enchido o meu tanque. Depois do contato com a nave extraterrestre e depois que cheguei em Alto Araguaia, notei que o meu tanque estava quase vazio, e isso era muito difícil de acreditar, porque não tinha lógica. O trajeto era pouco para ter gasto tanto combustível.

Entrevistador – E a mulher? O que foi feito dela?
Ademar – A ultima vez que vi ela foi na madrugada, quando do contato com a nave. Depois que ela entrou para o hotel não a vi mais.

Entrevistador – Ele não comentou sobre ela depois?
Ademar – Não! Não comentou e eu também não perguntei.

Ataide Ferreira (AMPUP) e Ademar Alves


Sobre o relato: o livro continua a decorrer a história do senhor Ademar Alves de Ataide, porém, para não delongar o extenso texto, concluiremos esse transcrito por aqui... O restante do conteúdo deste acontecimento pode ser conseguido por intermédio da AMPUP ou pelo próprio protagonista que, até atualidade (2022), ainda reside na cidade de Barra do Garças – MT.

Ataide Ferreira e o autor Marcos Dantas 


Transcrição;
Ataide Ferreira – psicólogo, escritor, membro da Comissão Brasileira de Ufologia (CBU), consultor da Revista UFO, presidente da AMPUP.


terça-feira, 22 de março de 2022

Mato Grosso no panorama dos Eventos de Ufologia pós-pandemia - março de 2022, Curitiba/PR

Após um longo tempo de reclusão por consequência da pandemia, os grandiosos e tão requisitados eventos presenciais da Ufologia foram forçados a ficarem estagnados, minimizando e, até mesmo, esvaindo a inteiração direta entre os expressivos nomes no assunto.

Sobretudo, a expectativa ao retorno dos encontros presenciais de Ufologia, entusiasmou a comunidade ufológica, resgatando vigor e a empolgação dos simpatizantes e entusiastas, tendo em vista, a retomada do primeiro Congresso Ufológico pós-pandemia, ou seja, após tanto tempo parado, os Eventos de Ufologia ressurgiram com força total !!! Inúmeras pessoas foram prestigiar o XXV Congresso Brasileiro de Ufologia, realizado na cidade de Curitiba/PR, nas datas 18 á 20 de março de 2022 – Evento da Revista UFO.

Foram mais de 13 (treze) conferencistas, nacionais e internacionais, e as abordagens que envolve a Ufologia Mato-grossense não ficou de fora desta retomada, pois o presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) – Ataide Ferreira –foi um dos convidados a explanar sobre a rica casuística ufológica que abrange todo o Estado de Mato Grosso, em especial, nas regiões de Chapada dos Guimarães (65 km da capital) e Barra do Garças (516 km).

Portanto, pode-se dizer, de certa forma, que Mato Grosso está, mais uma vez, presente nos importantes e imponentes eventos de Ufologia, levando ao público brasileiro o que há de mais significativo e atual nos acontecimentos Ufológicos do Centro-Oeste.

O tema da ufologia mato-grossense, que foi abordado no evento de Curitiba, ficou estampado sob o título “O impacto Psicológico do fenômeno UFO na cultura ancestral”, assunto que adentrou em vestígios e um rico acervo no âmbito ufológico, encontrados em regiões do centro-oeste brasileiro, sejam nos contos indígenas, relatos de antigos fazendeiros, inscrições rupestres, artefatos primitivos, registros locais estampados em antiquíssimas publicações, o drama psicológico das testemunhas, entre outros.

Os eventos da Revista UFO são sempre requisitados pelo público, tendo em vista a alta qualidade dos conferencistas e da organização. Foram mais de 400 inscritos, apesar das grandes dificuldades e apreensão para a realização deste primeiro Evento pós-pandemia.

Vale ressaltar que o Evento foi esplendido, maravilhoso, fantástico !!! ...a inteiração entre palestrantes e o público são os ápices mais sublimes destes momentos, foram muitos conhecimentos trocados, muitas amizades reforçadas, muitos planos elaborados, muitas expectativas levantadas, tudo visando a perpetuação desses momentos mágicos e de conhecimentos inigualáveis. Os conferencistas escalados são altamente capacitados e preparados, detentores de conhecimentos avançados sobre os temas abordados, o que os diferenciam da maioria.

O representante da Ufologia mato-grossense se deslumbrava com os conhecimentos adquiridos nesta intensa troca de informações e amizades, o retorno do pesquisador da AMPUP para o Estado de Mato Grosso trouxe em sua bagagem um acervo gigantesco de novidades e projetos, tudo visando direcioná-los aos membros da AMPUP. 

Portanto, o primeiro congresso pós-pandemia (XXV Congresso Brasileiro de Ufologia) enalteceu a empolgação do publico presente e a certeza de que “Valeu a Pena”. Um surpreendente encontro, num ambiente altamente propício para aprender e discutir a temática com grandes pesquisadores, garantindo a certeza de que o fenômeno UFO é uma realidade.


Autor:
Ataide Ferreira - psicólogo, escritor, estudioso sobre as estranhezas psíquicas/parapsicologia, consultor da Revista UFO, membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), presidente da AMPUP.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Presidente da AMPUP na Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU)

Uma das atividades mais ferrenhas da Ufologia concentra-se no dedicado empenho da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), um seleto grupo de pesquisadores, cuja dedicação de maior relevância esta na enérgica exigência, por petições judiciais, ao Governo Federal, solicitando a desclassificação de informações tidas como sigilosas sobre o fenômeno UFO, bem como, sua disponibilização para acesso publico/civil – conforme determina a Lei 11.111/2005, combinada com o Decreto 5301/2004.

A eficiência dos membros da CBU protocolaram documentos que alardearam cinco instituições do Governo Federal, entre elas, a Casa Civil e o Ministério de Defesa. Tais documentos foram apresentados contendo meticulosamente detalhes de conhecimento sobre a inteiração do meio Militar com o fenômeno UFO, resultando em farto material e deixando claro o nível de noção da ufologia brasileira para com tais informações pretendidas; inclusive apontando onde estariam arquivadas e apresentando vasta argumentação Legal para requerer atendimento dos seus pleitos, enfatizando que esses documentos são “permanentes, de valor histórico, probatório e informativo, que devem ser definitivamente preservados” (Lei 8.159/91, art. 8º, § 3º).

Como resposta, a CBU conseguiu realizar um feito nunca antes visto na história da Ufologia, a primeira reunião Formal entre Ufólogos e as mais altas patentes das Forças Armadas Brasileira/ Ministério de Defesa, para tratar do acesso a documentos militares que abordam relatos envolvendo Objetos Voadores Não Identificados (OVNI´s), encontro acontecido em abril de 2013. Tal marco resultou na admissão oficial sobre a realidade de tais documentos e a abertura de mais de duas mil páginas de documentos sigilosos enviados diretamente do Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica para o Arquivo Nacional, além de outras duas mil conseguidas por meio de doações de civis e militares da reserva. Vale salientar e reafirmar que toda a documentação é oficial, e encontra-se disponível para consulta pública nas dependências da Coordenação Regional do Arquivo Nacional no Distrito Federal (COREG), órgão subordinado à Casa Civil.

Entretanto, ainda que a Aeronáutica tenha fornecido a maior parte do seu arquivo desclassificado por encerramento de prazo de sigilo, documentos considerados fundamentais para a obtenção de dados concretos sobre a presença de OVNIS no território nacional foram omitidos ilegalmente. Um dos casos que tipificam esta ilegalidade é a ausência, nas informações desclassificadas, de mais de dezesseis horas de filmes super 16 mm, centenas de fotografias e outros tantos relatórios, originários de uma operação sigilosa da Força Aérea Brasileira nos arredores de Belém, ocorrida entre outubro e dezembro de 1977. Portanto, com mais de 30 anos de ressalva, já deveriam estar disponíveis e, até a atualidade, ainda não vieram a tona. O antigo Serviço Nacional de Informação, atual Agência Brasileira de Inteligência, participou, em parte, dessa operação, que tomou o sugestivo codinome “Operação Prato”. Os renomados estudiosos da CBU chegam a apontar nominalmente algumas testemunhas da existência do material, tanto neste caso da Operação Prato, quanto em outros que igualmente não foram enviados pelo Ministério da Defesa ao Arquivo Nacional, as testemunhas são taxativas ao afirmar a existência de documentos nas três Forças Armadas.

Atualmente, a Comissão Brasileira de Ufólogos continua sua árdua tarefa para ampliar a busca por informações sobre o fenômeno OVNI no território nacional, para tanto, juntam-se nesta batalha, os mais destacados pesquisadores da Ufologia Brasileira. Assim, por um rigoroso processo seletivo, a CBU presta atenção e avalia cada pesquisador veterano da ufologia nacional, visando encontrar aqueles que possam passar pelo austero crivo de apuração da referida comissão e, desta maneira, compor o seu seleto e dedicado grupo.

A ufologia mato-grossense chamou a atenção dos “olheiros” da CBU, que, de certa forma, voltou à atenção ao investigador Ataide Ferreira da Silva Neto, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP). Motivo que fez a Comissão realizar, na surdina, um longo acompanhamento avaliativo das atividades do referido cuiabano, até desenrolar, recentemente, o honroso convite para compor o seleto grupo CBU.

Desta maneira, a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) tem em seu quadro, o mais novo membro ativo, genuinamente mato-grossense, afoito para contribuir com empenho e muita dedicação a esta mais nova missão. Em resposta, o presidente da AMPUP expressa “estou deveras honrado pelo convite e bastante ansioso em poder colaborar, espero fazer jus a tamanha responsabilidade”.

Ataide Ferreira é o primeiro pesquisador do estado de Mato Grosso a compor a mais “alta cúpula” da Ufologia Brasileira representada pela CBU. A AMPUP mostrou-se bastante animada e gratificada pela indicação do pesquisador e os membros da Associação já alertaram que cobrará do seu presidente muito empenho.


Autor: Equipe AMPUP

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

A Psicologia Anomalística na história da sede da AMPUP

Salão de reuniões – AMPUP
O salão de reuniões onde são realizados os encontros da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) é parte integrante de uma centenária casa, feita de adobo. Mais especificamente, pode-se dizer, que o auditório planejado para o agrupamento dos participantes da AMPUP foi construído na lateral (grudado) a uma antiquíssima casinha, que guarda muitas histórias. [Foto: salão de reuniões – AMPUP]

Ainda não sabemos a data exata de quando a remota residência foi construída, apenas temos o acerto de que a casa tem mais de 100 anos. Segundo informações colhidas, a casinha era a ultima residência solitária de uma época em que a região era zona rural.

Atualmente, a referida casinha mantém-se em sua firme construção, há cômodos que são utilizados para preservar o museu e a biblioteca da AMPUP, além de guardar uma pequena crônica sobre o lugar.

Um local que, há muito tempo atrás, pertencia a uma senhorinha que faleceu ao final da década de 1970, com a idade aproximada de 104 anos (sic). Ela se chamava dona Antônia Elídia Botelho e morou neste lugar até a sua morte. Dona Antônia era conhecida como “Chantoninha”, uma pessoa querida, de estatura pequena e bastante devota.

Antônia Elídia Botelho, conhecida como “Chantoninha”, antecedente moradora da casinha, na imagem é a primeira da esquerda para a direita – Data: 1964 – crédito: Silvia Arruda.
Todos os finais de tarde ela ajoelhava e rezava o terço. Nunca deixou de fazer isso, mesmo com a idade avançada. Conforme informações, a casa é mais antiga do que a própria senhora “Chantoninha”, pois, pelos relatos, quando ela veio residir no local (na época era um sítio), a casa já existia. Dona Antônia veio morar neste lugar pouco tempo após o seu casamento. Ela se tornou viúva muito cedo e, por muito tempo, viveu neste lugar quase que sozinha, sem ter se casado novamente. [Foto: Antônia Elídia Botelho, conhecida como “Chantoninha”, antecedente moradora da casinha, na imagem é a primeira da esquerda para a direita – Data: 1964 – crédito: Silvia Arruda].

Não raro, casas antigas mexem no psicológico das pessoas e, curiosamente, todo este lugar não foge dos contos e “causos” relatados por diversas pessoas que garantiram terem testemunhado, nesta região, acontecimentos “inusitados” dentre as juras de verdade e o olhar atento (e fascinado) da psicologia e parapsicologia. As histórias variam entre contos quase que contemporâneos falando de uma “senhorinha sair de baixo da figueira (que existe até hoje) e desaparecer na frente da casinha”, ou mesmo épicos e afamados casos antigos. Muitos relatos contados e camuflados no drama psicológico das testemunhas; ...e há aqueles que se destacam:

Silvia Arruda (70 anos/ 2020) – tradicional várzea-grandense conhecedora das antigas histórias desta região, esposa do senhor Estevão de Arruda (82 anos/ 2020) – neto da finada “Chantoninha”.
“Mangueiral Assombrado” – local que foi assim apelidado e cuja fama perdurou por muito tempo, mas que foi desaparecendo com o passar dos anos. A história veio à tona, novamente, por uma tradicional várzea-grandense (Sílvia de Arruda – 70 anos/2020) – esposa de um dos netos (Estevão de Arruda – 82 anos/2020) de dona “Chantoninha”. Diz ela: “...as pessoas morriam de medo de passar por ali, eu acho que alguém assombrava propositalmente, só para dar medo nas pessoas, a fama já tinha e o resto você avalia”, assim ela conclui. [Foto: Silvia Arruda (70 anos/ 2020) – tradicional várzea-grandense conhecedora das antigas histórias desta região, esposa do senhor Estevão de Arruda (82 anos/ 2020) – neto da finada “Chantoninha”]

“Cavalo Fantasma” – testemunho de inúmeras pessoas daquela época que diziam que, muitas vezes, um inesperado cavalo, aparentemente enfurecido, vinha galopando por toda a extensão de onde é hoje a Av. Felinto Mulher. Eram relinchares e barulhos que arrepiavam qualquer um que escutasse !!! Acontecimento quase que constante, sempre no horário próximo da meia-noite! O estranho cavalo surgia por essas redondezas e percorria galopeando até onde é hoje a igreja Nossa Senhora do Carmo (próximo à antiga caixa d’água – parte central da cidade), estranheza que aconteciam nas décadas de 40 e 50.

Praça da Igreja Nossa Senhora do Carmo – vista a partir da Av. Couto Magalhães e do outro lado a Av. Felinto Muller – VG, final dos anos 50. Na esquerda, a igreja Nossa Senhora do Carmo ainda com a frente para Couto Magalhães, depois foi demolida e construída de frente para a praça.
Apesar desse relato, atualmente, ser muito difícil de ser encontrado, o conto veio à tona novamente com o depoimento de Sérgio Araújo (66 anos/ 2020), sendo ele outro neto de dona Antônia. Diz ele que o pai (genro de “Chantoninha”), certa vez, testemunhou frente-a-frente o “cavalo-fantasma”, que, segundo conta, soltava fogo nos cascos e não se conseguia ver a cabeça do animal, “surgia do nada” e "por essas redondezas". O próprio presidente da AMPUP já havia escutado tal “causo” contados pelo seu avô paterno e, também, por outros antigos moradores (década de 80). [Foto: Praça da Igreja Nossa Senhora do Carmo – vista a partir da Av. Couto Magalhães e do outro lado a Av. Felinto Muller – VG, final dos anos 50. Na esquerda, a igreja Nossa Senhora do Carmo ainda com a frente para Couto Magalhães, depois foi demolida e construída de frente para a praça].  

Apesar da Psicologia Anomalística se encantar com a “verdade” dessas pessoas, a pergunta fica: histeria coletiva? Criação psicológica? Realidade ou incremento da imaginação? Ou uma mistura das duas coisas? O que eles realmente viram? Independente da resposta: é muito bom relembrar os “causos” que ficaram camuflados na vivência psicológica do nosso povo daquela época.


Autor:
Ataide Ferreira da Silva Neto - psicólogo, escritor, conferencista, estudioso sobre as estranhezas psíquicas/parapsicologia, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), consultor da Revista UFO.

sábado, 28 de novembro de 2020

AMPUP: ...o ponto de encontro dos pesquisadores !!!

Nos longínquos primórdios encontros da AMPUP, um pequeno grupo de pessoas fascinadas por temáticas inusitadas, se reunia para tratarem de assuntos envoltos a Ufologia e Parapsicologia, isso ocorrido ainda no início da década de 90. Anos posteriores, não se imaginava que este grupo tomaria uma proporção tão gigantesca no Estado de Mato Grosso.

Pesquisador mato-grossense Gédson Borges, palestrando na AMPUP.
O fascínio pelos mistérios da vida e seus segredos nos incumbiu em perpetuar a caminhada, nossos encontros foram fortalecidos com inúmeras temáticas ao “hall” do enigmático, foram inúmeras as pessoas que passaram por nossos encontros.

Dentre tantas pessoas acolhidas, entre: simpatizantes, curiosos, interessados, testemunhos, estudiosos e pesquisadores, a AMPUP, também, teve o privilégio de receber dezenas de ilustres Pesquisadores de fama nacional e internacional.

Estiveram conosco, dezenas de pesquisadores famosos, sendo que, alguns, até antes, eram de nosso conhecimento apenas pelas mídias e/ou livros publicados. Com muito empenho, a AMPUP obteve a satisfação de receber, pessoalmente, tais conceituados estudiosos.

No decorrer de décadas, a AMPUP se empenhou em ter em seu repertório os mais renomados nomes da Psicologia, Psicologia Anomalística/Parapsicologia, Ufologia, Cosmologia e ciências congêneres. Para cada presença ilustre, se dava uma reunião, um congresso, um evento, uma pesquisa de campo, momentos de estudos, entre outras oportunidades diante o tamanho privilégio.

Sócio-fundador da AMPUP; José Carlos Matana - palestrando na AMPUP
Conhecedores e especialistas das mais diversas áreas de estudos aos assuntos de interesse da AMPUP fizeram atuações na associação, prendendo a atenção de inúmeros espectadores participantes. Tivemos desde especialistas locais a pesquisadores de outros estados e, até mesmo, de outros países – cada qual com sua especialidade.

Em Mato Grosso, a AMPUP recolhe os mais dedicados pesquisadores da Ufologia e Parapsicologia, a associação é o ponto de encontro de todas aquelas pessoas que procuram questões profundas sobre os mistérios que cercam a vida e a ciência, na relação com os “Mistérios da Mente Humana e os Enigmas do Universo”.

Em cada uma de nossas reuniões, muitos estudiosos locais se colocam à vontade para expor suas pesquisas, testemunho(s) e ponderações. São pensamentos diversificados que contribuem com valiosas informações, estendendo cada temática para longos momentos de conversas, indagações e esclarecimentos.

A relevância de cada participação se mede pela experiência e fascínio que cada um carrega pelos assuntos citados, não importando a posição social ou formação, o que realmente interessa a AMPUP é um único fator: ser uma pessoa encantada por tópicos “misteriosos”.

Desta maneira, os encontros da AMPUP sempre tem uma temática diferente a apresentar, abordadas por uma pluralidade de participantes e associados, pois abraçamos todos os aficionados, simpatizantes, conhecedores e anônimos da Ufologia e/ou Parapsicologia.

Nesta matéria, citaremos algumas marcantes presenças, correndo o fatídico risco de, talvez, deslembrar algum palestrante ou, simplesmente, por não conseguirmos agregar tantos nomes em decorrência do breve espaço que requer o presente texto.

Assim, além dos palestrantes regionais, tivemos a oportunidade de acolher os seguintes Pesquisadores (pela ordem alfabética):

Ademar J. Gevaerd palestrando – AMPUP
Ademar José Gevaerd (PR) – a maior autoridade e referencia mundial sobre o assunto ufologia, criador e editor da Revista UFO, a mais antiga publicação do gênero da historia mundial, foi o elaborador das revistas: Parapsicologia Hoje (1985 à 1986), PSI-UFO (1986 à 1987), Esotera (2001 à 2002), entre outras. Responsável pelo Grupo Editorial Paracientífico (GEP) que alicerçou inúmeras publicações temáticas. Presidente do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), representante brasileiro no Center for UFO Studies (CUFOS), diretor da Mutual UFO Network (MUFON). [Foto: Ademar J. Gevaerd palestrando – AMPUP]

Arthur Ferreira palestrando – AMPUP
Arthur Sérgio Ferreira Neto (RJ) – Pesquisador que optou dedicar inteiramente à pesquisa e ao estudo da presença alienígena na Terra, especialmente realizando investigações de campo. Já percorreu inúmeras regiões do país para fazer o levantamento de novos casos ufológicos, a exemplo da Chapada Diamantina. Sobretudo, a sua área de mais concentração é a Serra de Beleza, no oeste do Rio de Janeiro, onde se somam mais de 400 vigílias ufológicas. [Foto: Arthur Ferreira palestrando – AMPUP]

Foto: Carlos Machado e Ataide Ferreira (AMPUP)
Carlos Alberto Machado (PR) 
– ufólogo, professor, documentarista, pesquisador e escritor, Doutor pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, um dos maiores especialistas nas investigações sobre estranhos acontecimentos no âmbito de Mutilações de Animais, fenômenos que ficaram conhecidos como “Chupa cabras” e foi um dos mais dedicados pesquisadores sobre misteriosas Mutilações Humanas e acontecimentos que ficaram conhecidos como fenômeno ‘chupa-chupa”. Machado realizou inúmeras buscas e entrevistas com criadores, cientistas e pesquisadores sobre os referidos enigmáticos fenômenos que assolaram o Brasil há décadas. Foi o único pesquisador a elaborar detalhadas informações estatísticas, também, se dedicou a recolher imagens e depoimentos impressionantes. Autor dos livros “Olhos de Dragão: Reflexões para uma nova realidade” e “Estranha Colheita: Mutilações humanas do insólito”. [Foto: Carlos Machado e o pesquisador Ataide Ferreira (AMPUP)]

Dra. Clô Guilhermino palestrando na AMPUP
Clô Guilhermino (SP) – Psicóloga, Mestre em Psicologia Clínica pela Universidade Autônoma do México (UNAM), com especialização em PARAPSICOLOGIA, Psicoterapeuta Especializada em Fenômenos Paranormais do CLAP (Centro Latino Americano de Parapsicologia) - 1977 à 1983, Diretora e Psicoterapeuta do Self – Instituto Integrado de Psicologia e Parapsicologia -1983 à 1986, Practitioner em Programação Neurolingüística, Master Practitioner em Programação Neurolingüística, Designer Human Engeneer ( Projetista de Engenharia Humana). Toda sua formação em PNL foi realizada nos EUA com o criador da PNL - Richard Bandler. Também foi aluna direta do afamado Dr. Oscar Gonzales Quevedo (Padre Quevedo). [Foto: Dra. Clô Guilhermino palestrando na AMPUP]

Presidente da AMPUP (Ataide Ferreira) e o pesquisador Gener Silva
Gener Silva (SP) – Conselheiro Especial da Revista UFO, Diretor Fundador do INAPE – Instituto de Astronomia e Pesquisas Espaciais (ONG) – Araçatuba/SP. Membro da Comissão Brasileira de Ufólogos – CBU, um dos protagonistas convidados representando a CBU para o encontro Histórico em Brasília com altas patentes do Ministério da Defesa (com a presença das Três Armas: Aeronáutica, Marinha e Exército) para discutir a liberação de documentos oficiais brasileiros sobre OVNI´s. Pesquisador da Ufologia a mais de 30 anos e estudioso divulgador da Astronomia e Astronáutica, prestando serviço á comunidade através de palestras, cursos e demonstrações públicas voluntárias. Idealizador e coordenador da requisitada série de Eventos COSMOS: encontro responsável em retratar assuntos da Astronomia e Ufologia, uma série que teve ilustres pesquisadores como Ronaldo Rogério de Freitas Mourão e o astronauta brasileiro Marcos Pontes, entre outros, incluindo (no mesmo Evento) inúmeros famosos nomes da Ufologia. A idealização do COSMOS é a mais antiga série brasileira sobre o tema Ufologia e Astronomia. Participou como palestrante de inúmeros eventos nacionais e internacionais sobre Ufologia e também abrangendo assuntos da Parapsicologia. [Foto: Presidente da AMPUP (Ataide Ferreira) e o pesquisador Gener Silva]

Psicóloga Gilda Moura ao lado do presidente da AMPUP
Gilda Moura (RJ) – Psicóloga clínica, hipnóloga, pesquisadora da parapsicologia, conferencista e escritora, profissional atuante da cidade de Rio de Janeiro, com muitos anos de estudos de fenômenos anômalos, especialmente abdução. Foi Co-diretora da Fundação Kairos, da Universidade de Illinois em Chicago, somando um estudo de seis anos sobre Estados Alterados da Consciência e Mapeamento Cerebral, pesquisando quatro grupos no Brasil. Foi conferencista no “Abduction Study Conference” no M.I.T, Ma, USA em 1996. Autora dos livros: Transformadores de Consciência: UFO contato alienígena [Editora do Conhecimento], Rio Subterrâneo [Record e Editora do Conhecimento] e O Segredo de Velázquez [Editora Jaguatirica Digital]. É consultora científica da revista Cons-ciência do CTEC, da Universidade Fernando Pessoa, no Porto. É Consultora Científica, membro fundador e atuou como vice-presidente da IMAGINAL (Associação Portuguesa de Hipnose Clínica Experimental) e da Alubrat Portuguesa e membro da Diretoria da Academy of Close Encounters Therapist - ACCET – USA, e da APO – Associação de Pesquisa OVNI, Portugal. [Foto: Psicóloga Gilda Moura ao lado do presidente da AMPUP]

Pesquisador João Marcelo (á direita) ao lado da associada ativa da AMPUP (Danielle Cardoso Hayakawa)
João Marcelo Marques Rios (MG) – colecionador fascinado pelas reportagens ufológicas, especialmente, sobre os temas veiculados pelo fantástico nos anos 80.  Desde 1991 iniciou a peregrinação de obter reportagens e acumular vídeos de ufologia, é reconhecido como o maior colecionador brasileiro de reportagens de vídeo sobre o fenômeno UFO, apresenta um acervo contendo mais de 1.000 (mil) itens, inclusive com reportagens raras e históricas e, também, palestras, documentários, filmes, etc. Em 1996 participou da investigação do Caso Varginha, colaborando inclusive com localização de testemunhas. Hoje possui canais no YouTube e Dailymotion aonde compartilha seu acervo, legenda vídeos inéditos no Brasil e participa de eventos de ufologia e viagens de pesquisa. [Foto: Pesquisador João Marcelo (á direita) ao lado da associada ativa da AMPUP (Danielle Cardoso Hayakawa)]

Ataide Ferreira (presidente da AMPUP) ao lado do pesquisador Joston Miguel Silva (in memoriam)
Joston Miguel Silva (DF) – (in memoriam) – Psicólogo, psicopedagogo, parapsicólogo, um dos mais afamados nomes da parapsicologia brasileira, fundador do Centro de Parapsicologia de Brasília e do Núcleo de Estudos dos Fenômenos Paranormais da Universidade de Brasília, foi apresentador do programa Terceira Visão (Bandeirantes/SP), Mestre em Psicologia Experimental e Psicoterapia Comportamental, autor de vários livros no âmbito da Psicologia e Parapsicologia. Joston esteve com o presidente da AMPUP, em abril de 2015, planejando animadamente um grandioso congresso de Parapsicologia para ser realizado no estado de Mato Grosso, porém, passado alguns dias, lamentavelmente, o professor Joston Miguel faleceu. [Foto: Ataide Ferreira (presidente da AMPUP) ao lado do pesquisador Joston Miguel Silva (in memoriam)]

Ataide Ferreira e Katia Xavier – famosa testemunha do “Caso Varginha”
Katia Andrade Xavier (MG) – uma das principais testemunhas ocular daquilo que ficou conhecido como “Caso Varginha”, tornando-se um dos maiores casos da ufologia mundial, e, vinte anos depois, ainda não existem explicações convencionais para o que aconteceu! O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de 1996 e nunca ficou esquecido na memória de Katia Xavier. Apesar dos deboches e críticas, Katia Xavier vem á tona reafirmar toda a história daquilo que ela jura que viu. [Foto: Ataide Ferreira e Katia Xavier – famosa testemunha do “Caso Varginha”]

Pesquisadores Leonardo Martins (camisa verde) e Ataide Ferreira (sentado no chão) em investigação de campo - colhendo relatos pelo estado de Mato Grosso.
Leonardo Breno Martins (MG) – Psicólogo formado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Mestre e Doutor em Psicologia Social pela Universidade de São Paulo (USP) e membro do Laboratório de Psicologia Anomalística e Processos Psicossociais (Inter Psi), também da USP. Especializado no estudo científico/acadêmico de experiências anômalas/parapsicológicas. Responsável pela produção de dissertação de Mestrado correlacionando Ufologia e Psicologia, partindo da hipótese de que supostos contatados e abduzidos são pessoas perfeitamente normais, sem nenhum distúrbio aparente, contrariando os críticos e os céticos. Palestrante e autor de diversos artigos científicos sobre esses temas no Brasil e no exterior. [Foto: Pesquisadores Leonardo Martins (camisa verde) e Ataide Ferreira (sentado no chão) em investigação de campo - colhendo relatos pelo estado de Mato Grosso]

Marco A. Petit ao lado do pesquisador Ataide Ferreira (AMPUP)
Marco Antônio Petit de Castro (RJ) – respeitado pesquisador e uma das maiores autoridades brasileiras no assunto UFOLOGIA, autor de 8 livros sobre a temática, é presença constante em documentários do History Channel. Já esteve no programa do Jô Soares, Ana Maria Braga, Encontro com Fátima Bernardes, estre outros. [Foto: Marco A. Petit ao lado do pesquisador Ataide Ferreira (AMPUP)]

Marco Leal em atividade de campo na Chapada dos Guimarães /MT
Marco Aurélio Leal (SP) – membro e idealizador do G.E.P.U.S (Grupo de Estudos e Pesquisas Ufológicas de Sorocaba), consultor da Revista UFO, autor do livro “Caçadores de OVNIS” – obra conjunta com o Pesquisador da Ufologia Paulo Aníbal. Um dos mais ativos Pesquisadores de Campo da ufologia brasileira. Foi produtor de um episódio da série “Chasing Ufos” no Brasil – (Caso Varginha) – National Geographic e um dos produtores no Brasil do documentário – Filme “The 701”produzido pelo documentarista americano James Fox. Esteve pesquisando na região da famosa Área 51 (EUA) e realizou entrevista com o Astronauta Fred Gregory da NASA, em 2012. [Foto: Marco Leal em atividade de campo na Chapada dos Guimarães /MT]

No centro Dra. Mônica Borine, ao lado esquerdo o pesquisador Gener Silva e a direita o presidente da AMPUP
Mônica Borine (SP) – Psicóloga Clínica desde 1989, Doutorada em Psicologia da Saúde em Avaliação Psicológica na Saúde Mental (Psicopatologias) e Mestrado em Psicologia da Saúde em Neuropsicofisiologia da Consciência, Cognição e Emoção pelo Instituto de Psiquiatria e neurologia da USP/UMESP. Pós graduações em Psicologia da Consciência, Psicologia Transpessoal (INIC-Instituto Integral da Consciência), Psicoenergética da Consciência e Psicologia Energética Corporal (New York Institute Core Energetics), trainner-trainning em Análise Bioenergética e PLN. Hipnóloga clínica desde 1980 pelo Centro Oswaldo Cruz – USP/SP. Yogaterapia e Psicologia Tibetana com formação em Rishikesh, Índia. Estudiosa dos fenômenos anômalos com OVNIS e contatados à mais de 30 anos com ênfase na prática clínica e com grupos, levando seus estudos para as áreas acadêmicas da Psicologia e da Consciência. Membro da ASSC (Association for the Scientific Study of Consciousness). Criou em 2003 a pioneira especialização no Brasil para terapeutas no tratamento de abduzidos (vide revista UFO 88). Participou de diversos programas de TV como convidada, entre eles do Jô Soares (Rede Globo, 2004) levando o tema: Abduções e Síndrome do Pânico; na TV à cabo de Lisboa: Hipnose clínica em contatados e abduzidos, (Programa do Além, na TV portuguesa que foi ao ar diariamente, 1998). Autora de artigos científicos como: O Fenômeno OVNIS, síndrome da abdução e a expansão da consciência; Consciência e desenvolvimento humano: OVNIS e abduções, fenômenos anômalos afetando e alterando a consciência (Anais da Fundação Ocidente, BA, 2006); Síndrome da abdução e o psicológico (Revista Isto É gente, SP, 2005); Síndrome da abdução: Um alerta aos profissionais da Saúde: (Anais do I Fórum Mundial de Ufologia, Brasília DF, 1997); Wilhelm Reich, orgonomia e os OVNIS: contato com o espaço (Anais do I Congresso Internacional W. Reich, SP, 2010); Hipnose Clínica em casos de avistamentos de OVNIS e possíveis contatos com "alienígenas" (II Congresso Projeto Evolução para a Vida, SP, 1996); Hipnose clínica em pessoas que se dizem abduzidas por OVNIS (curso pós congresso, Além e Aquém do cérebro, Bial, Lisboa, 1998); Como as emoções influenciam a nossa vida (Revista científica UMESP, 2006); Psicologia da Consciência (QualityMark, RJ, 2007). Autora dos livros: Core Energetics Psicoterapia Energética Corporal (Allprint, 2006); Reflexões em Psicologia da Consciência (C. dos autores, 2005); W. Reich & J. Pierrakos: orgonomia e terapia evolutiva (Spiro, SP, 2010); "Verdades que só eu sei: diário de uma abduzida por UFOS" (2014). [Foto: No centro Dra. Mônica Borine, ao lado esquerdo o pesquisador Gener Silva e a direita o presidente da AMPUP]

Paulo Aníbal (esquerda) em atividade de campo com o pesquisador Ataide Ferreira (AMPUP) - Chapada dos Guimarães/MT.
Paulo Aníbal G. Mesquita (SP) – biólogo, professor, ufólogo membro do grupo EXO-X de pesquisas ufológicas. Autor do livro "CAÇADORES de OVNIs". Consultor da revista SEXTO SENTIDO, pesquisador de campo, atua no ambiente das ocorrências ufológicas para apuração de evidências físicas e biológicas (marcas de pouso, alterações físico-químicas, conseqüências ambientais, etc.). Divulgador da Exo-biologia e responsável pela formulação de um mini-curso de Exobiologia numa universidade do interior do estado de São Paulo e do “ciclo exobiologia” do Observatório Astronômico Municipal de Diadema, sendo o 1° ufólogo a atuar na questão extraterrestre sob apoio de uma instituição astronômica oficial. Pesquisador na área da criptozoologia (chupa cabras, mapinguari e outros seres “desconhecidos”). Já realizou inúmeras pesquisas de campo em quase todo o território brasileiro. Já participou de inúmeros programas de TV e rádio com o objetivo principal de divulgar a ufologia e os trabalhos do grupo EXO-X. [Foto: Paulo Aníbal (esquerda) em atividade de campo com o pesquisador Ataide Ferreira (AMPUP) - Chapada dos Guimarães/MT]

Thiago Luiz Ticchetti fazendo palestra, atendendo ao convite da AMPUP
Thiago Luiz Ticchetti (DF) – Administrador de empresas, escritor, co-editor, tradutor e responsável por inúmeras publicações na Revista UFO desde 1997. É consultor e coordenador internacional da referida publicação, responsável pela coluna mensal “Mundo Ufológico”. Autor dos livros: Quedas de UFOS – Casos confirmados de acidentes com Disco Voadores e resgates de seus tripulantes em todo mundo [Editora CBPDV]; Arquivos UFO – Casos Ufológicos [produção independente], entre outros. Foi membro e vice-presidente da Entidade Brasileira de Estudos Extraterrestres (EBE – ET), com sede em Brasília/DF. [Thiago Luiz Ticchetti fazendo palestra, atendendo ao convite da AMPUP]

Wagner Borges palestrando para os membros da AMPUP
Wagner d’Eloy Borges (SP) – pesquisador espiritualista, estudioso de assuntos ao rol da parapsicologia, professor, conferencista, radialista – apresentador do programa “Viagem Espiritual” (Rádio Mundial/SP – 95,7 FM), projetor extrafísico, escritor, autor de onze livros dentro da temática projetiva e espiritual, consultor da Revista UFO e colaborador de várias outras revistas como: Sexto Sentido, Espiritismo e Ciência, Revista Cristã de Espiritismo, Caminho Espiritual, Jornal O Legado. Fundador do Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas (IPPB). [Foto: Wagner Borges palestrando para os membros da AMPUP]


A AMPUP também recebeu, com muita honra e carinho, os seguintes pesquisadores internacionais:

Membro ativo da AMPUP; Rafael Barros (esquerda) e o pesquisador Carlos Ferguson
Carlos Ferguson (Argentina) – ufólogo desde 1976, quando teve a sua primeira experiência com um objeto em formato discoide, o primeiro ufólogo civil convocado pela Força Aérea Argentina (FAA) para pesquisar oficialmente o fenômeno UFO pelo seu país. Membro integrante da Comissão para Estudos de Fenômenos Aereoespaciais. Foi coordenador da RED Argentina de Ufologia; realizou centenas  de palestras e pesquisas sobre Ufos ... Autor de 5 livros: Aterragem de Ufos na Argentina / Encontros entre pilotos e OVNIs / Objetos subaquáticos / OVNIs em Mar del Plata / OVNIs em La Plata. Tem contribuído com estudos teóricos em Ufologia: estatísticas sobre aterragens, humanóides, pegadas, teleportos, etc. [Foto: Membro ativo da AMPUP; Rafael Barros (esquerda) e o pesquisador Carlos Ferguson]

Da esquerda para a direita: Danny Mackerle, Ataide Ferreira e Ivan Mackerle
Ivan Mackerle (Tchecoslováquia) – (in memoriam) – pesquisador, criptozoologista, escritor, documentarista de fatos estranhos e misteriosos, realizou inúmeras expedições por vários países, foi diretor do grupo de pesquisas "Mysterious", autor de vários livros e publicações de 1998 a 2002, foi editor-chefe da revista de Parapsicologia tcheca Fantastická fakta (Fatos Fantásticos). Foi um dos mais ativos pesquisadores a investigar castelos supostamente mal-assombrados em toda a Tchecoslováquia. As pesquisas de Ivan Mackerle teve o fiel acompanhamento de seu filho Danny Mackerle, que deu continuidade ao trabalho do pai. [Foto: ...da esquerda para a direita: Danny Mackerle, Ataide Ferreira e Ivan Mackerle]

Luis Aparicio na sede da AMPUP
Luis Aparicio (Portugal) – dedicado pesquisador da ufologia de Portugal, presidente da Associação Portuguesa de Pesquisa OVNI (APO) – www.apovni.org – uma associação, sem fins lucrativos, destinado à pesquisa e divulgação do fenômeno UFO, utilizando todos os respaldos acadêmicos. Tem uma vasta experiência em investigações “in loco”, já viajou há vários países a procura de acontecimentos, pessoas e pesquisadores que tenham algum envolvimento ao fenômeno OVNI. Esteve no Brasil buscando maiores informações sobre as pesquisas Mato-grossense, veio pessoalmente conhecer a AMPUP, mostrando especial atenção para com as investigações que envolvem as regiões de Chapada dos Guimarães e Barra do Garças. [Foto: Luis Aparicio na sede da AMPUP]

Margherita Detomas (esquerda) acompanhada dos pesquisadores internacionais Roberto Pinotti (centro) e Carlos Ferguson (direita)
Margherita Detomas (Itália) – escritora, jornalista profissional e diretora de cinema italiano. Frequentou as Escolas Superiores Linguísticas em Bolzano. Iniciou sua atividade no jornalismo em 1988 escrevendo para jornais e revistas nacionais italianas. Desde 1994 vem desenvolvendo trabalhos para programas televisivos e radiofônicos para a ilustre sede da RAI (Rádio e Televisão Italiana) – Bolzano, com espaço para sessão de crônicas e atualidades variadas.  Pesquisadora apaixonada por explorações, culturas e enigmas do passado, divulgou os resultados de suas pesquisas nas revistas especializadas e em congressos internacionais. Recente autora de um livro dedicado exclusivamente ao misterioso desaparecimento do coronel britânico P.H.Fawcett e as suas últimas explorações na América Latina e ao longo dos grandes rios da Amazônia. Tem ligação direta  com o Brasil desde 1996, acompanhou em suas viagens o explorador e escritor britânico Timothy Paterson sobre os vestígios de seu tio-avô, o célebre explorador Percy Harrison Fawcett. Depois da morte de Paterson, ocorrida em 2004, publicou vários artigos na revista “Archeomisteri” e em outras revistas do setor, onde apresentou ao público italiano, com pormenores inéditos, a vida e as aventuras desses dois personagens famosos. [Foto: Margherita Detomas (esquerda) acompanhada dos pesquisadores internacionais Roberto Pinotti (centro) e Carlos Ferguson (direita)]

Roberto Pinotti e o conferencista Ataide Ferreira (AMPUP)
Roberto Pinotti (Itália) – graduou-se em ciências políticas e sociologia pela Universidade de Firenze e em administração de empresas pelo Instituto Superior de Economia e Gestão Empresarial de Lugano, Suíça. Também é jornalista científico, trabalhou como sociólogo e como técnico na área aeroespacial na Agência Espacial Italiana (ASI) e na Agência Espacial Europeia (ESA). Pinotti é reconhecido como o mais ilustre pioneiro da Ufologia Italiana, a qual se dedica desde 1975, sendo presidente do Centro Ufológico Nazionale (CUN) e diretor das revistas UFO Notiziario e Archeomisteri, além de ser correspondente internacional e consultor da Revista UFO. Teve participação nas atividades do projeto Search for Extraterrestrial Intelligence [Busca por Inteligência Extraterrestre, SETI] e coordena há mais de uma década importantes simpósios científicos na Itália e na República de San Marino. O ufólogo é um dos mais requisitados conferencistas internacionais na área e já viajou por todo o mundo - passando algumas vezes pelo Brasil - participando de eventos, o que lhe proporcionou a publicação de inúmeros artigos explicativos e enciclopédicos na Espanha, Romênia, Alemanha e Estados Unidos. Pinotti escreveu diversos textos para a Revista UFO abordando temas como religião, casuística e folclore, nos quais fez análise da multiplicidade da manifestação alienígena no planeta desde os tempos bíblicos. Autor de vários livros consagrados, entre eles OSNIS: Objetos Submarinos Não Identificados [Coleção Biblioteca UFO], atua como consultor do governo italiano para assuntos ufológicos. [Foto: Roberto Pinotti e o conferencista Ataide Ferreira (AMPUP)]

Autor:
Ataide Ferreira da Silva Neto - psicólogo, escritor, conferencista, estudioso sobre as estranhezas psíquicas/parapsicologia, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), consultor da Revista UFO.