Associação Matogrossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas

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Nas profundezas do psiquismo - Segredos ocultos de você mesmo

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sexta-feira, 21 de abril de 2023

Como PARTICIPAR do: III Congresso Mato-grossense de Ufologia e Parapsicologia 2023 – Barra do Garças – Perguntas e Respostas

III Congresso Mato-grossense de Ufologia e Parapsicologia - 23 à 25 de Junho de 2023

Oportunidade para conhecer a região mais misteriosa do mundo: Serra do Roncador – cidade de Barra do Garças / Brasil. Um destino certo para buscadores, espiritualistas, esotéricos, ufólogos, pesquisadores, cientistas e viajantes aventureiros. A enigmática Serra do Roncador é rota das pessoas fascinadas por histórias inusitadas, cheia de lendas e mitos – é a região brasileira onde se encontra a maior concentração de narrativas e testemunhos Ufológicos, relatos de cidades “perdidas”, seres não terrestres, portais dimensionais, ruinas dos descendentes dos Atlantes, acesso a cidades subterrâneas, Agharta, Shambalá, entre outras diversidades de incógnitas. Dentre tantas histórias, a mais famosa por ali é sobre o estranho desaparecimento, em 1925, de um coronel britânico chamado Percy Harrison Fawcett, sendo ele inspiração épica para os livros “O Mundo Perdido” (de Arthur Conan) e “As minas do Rei Salomão” (de Henry Rider) e, também, foi inspiração para criação do personagem Indiana Jones.

Para aqueles que gostam de indagar sobre os mistérios que nos rodeiam, maravilhar-se pelos enigmas, caminhar perante as incógnitas da vida e seus segredos, com certeza vai se entusiasmar e aventurar-se com a realização do “III Congresso Mato-grossense de UFOLOGIA & PARAPSICOLOGIA – Barra do Garças”, datado para o dia 23 à 25 de junho de 2022. Uma realização da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) / Secretaria Adjunta de Turismo de Mato Grosso, em parceria ocm a Secretaria de Turismo de Barra do Garças/MT e a Secretaria de Cultura de Barra do Garças/MT, auxiliado pelo intermédio da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), com o apoio da Revista UFO.


01 - Qual valor da entrada?

Resposta: GRATUITO – a entrada é franca, necessita apenas fazer inscrição e garantir a sua participação.


02 - Como faço para me inscrever?

Resposta: Você pode fazer sua inscrição utilizando o seu celular, computador, notebook, clicando AQUI  

(solicitamos que você faça a sua inscrição apenas com a certeza de sua participação presencial, para que não tire a vaga das pessoas que vão se fazer presentes).


03 - Haverá momento de Vigília Ufológica?

Resposta: Sim, a vigília ufológica vai ser a única atividade externo ao Evento com custo simbólico ao valor de R$ 75,00 (setenta e cinco reais) por pessoa – com direito a translado, acomodação, alimentação, bebidas, acesso a telescópios, lunetas, entre outras surpresas. A saída para a Vigília Ufológica será em frente ao auditório do Evento, após a ultima palestra do dia 24/06 (sábado), com o horário inicial estipulado para as 22h30 (ida) até às 01h30 (retorno).


04 - Como fazer minha inscrição para a Vigília Ufológica?

Resposta: ...pelo mesmo caminho da inscrição para o Evento, ou seja, juntamente com o link supracitado, ir até a especificação Vigília Ufológica, verás que há um espaço opcional de escolha para participar (ou não) da Vigília Ufológica – ali há orientações de valor e formas de pagamento. Você também pode fazer a sua inscrição clicando AQUI (inscrições já disponíveis)


05 - Como chegar a cidade de Barra do Garças?

Resposta: há varias possibilidades, elencaremos as mais usuais, as mais econômicas, as mais rápidas e algumas sugestões.

O acesso a Barra do Garças pode ser feito por: automóveis, ônibus, ônibus noturnos, aviação.


A) - Voo São Paulo (Congonhas – apenas uma empresa aérea) direto para Barra do Garças;


Mais Barato:

B) – Voo de São Paulo para Goiânia (GO) e depois ônibus (o percurso de Goiânia/GO á Barra do Garças é de 378 km – 5 horas de viagem).

C) – Voo de São Paulo para Cuiabá (MT) e depois ônibus (o percurso de Cuiabá/MT á Barra do Garças é de 516 Km – 7 horas de viagem).

D) – Sugestão: ...a Equipe organizadora do Evento, membros da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) pretendem organizar uma “caravana” que partirá - no mais tardar - às 06hs30 da manhã, do dia 23 de junho (sexta-feira), direto a Barra do Garças/MT – visando dividir carona e combustível (a estimativa é de R$ 100 reais pra cada). Teremos uma Equipe da AMPUP disposta a receber os participantes no aeroporto de Cuiabá/MT – de maneira que cheguem antes da 06hs00 (matutino) ao dia da partida (23/06/2023). Para tanto, a organização do Evento juntamente com a AMPUP necessitará manter contato com os interessados participantes para que tudo seja devidamente organizado – (65) 9.9975 3436 (contato do presidente da AMPUP - WhatsApp). Desta maneira, caso você tenha intenção de ir com a caravana da AMPUP, agende conosco mandando WhatsSapp para (65) 9.9975 3436 (falar com Ataide Ferreira).


06 – Caso eu perca a caravana da AMPUP (atraso de voo, imprevistos, etc)?

Resposta: ...neste caso, a opção é ir até a rodoviária de Cuiabá e comprar passagens até a cidade de Barra do Garças – há vários guichês que disponibilizam tal viagem, a todo momento.  


07 – É o dia inteiro de palestras ou teremos momento de Turismo?

Resposta: Sim, teremos momento para turismo, no domingo de manhã (25/06/23), haverá momento livre: disponível para um passeio pelo “Discoporto”, averiguação de inscrições rupestre (ufo-arqueologia), ida a Serra do Roncador, parque de piscinas Termais e/ou Cachoeiras – vale ressaltar que a organização está elaborando roteiros com variedades nas opções de escolha, com a participação de profissionais locais, entre guias, condutores e empresas especoalizada no ramo de turismo, que agrade a todos os visitantes do Evento.


08 – Quais são os hotéis sugestionados e valores de diária?

Resposta: Estamos entrando em parceria com os melhores hotéis na região, em breve, informaremos valores e descontos, dos mais requintados e, também, aos mais agradáveis e baratos hotéis – buscando atender aos mais variados orçamentos e gostos, visando agradar economicamente a todos os interessados em vir participar de nosso Evento.  Em breve, informações AQUI.


09 – Como será a programação do Evento?

Resposta: Toda a programação já está elaborada. Porém, há probabilidade de uma pequena extensão de tempo (no final) para agregar algumas surpresas, uma espécie de acréscimo/bônus.


Maiores detalhes sobre: programação, grade curricular dos palestrantes, Temas das Palestras, Sinopse das Palestras, etc. ...podem ser adquiridas clicando
AQUI (desça o texto para acompanhar todas as informações)



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Reunimos aqui, as mais necessárias informações para poder orientar e atender a todos aqueles que planejam participar do “III Congresso Mato-grossense de Ufologia e Parapsicologia – Barra do Garças” e, assim, enaltecer o UFOTURISMO em nossa região.

Tenham a certeza que, a nós, será uma grande honra a sua participação e teremos a satisfação em recebê-los com todo o carinho e atenção. A nossa região é repleta de enigmas, com um povo acolhedor, além de centenas de belezas naturais – a nossa região tem muito a oferecer, por isso, contamos carinhosamente com a presença de cada um de vocês. 





Informações:
(66) 3401 9781  -  Centro de Atendimento ao Turista
(66) 99201 5703  -  Secretaria de Turismo
(65) 99975 3436  -  AMPUP

domingo, 27 de março de 2022

Em MATO GROSSO - entrevista com um homem que falou com um EXTRATERRESTRE / Barra do Garças-MT.

EXTRATERRESTRES
Quem são e o que fazem?
Autor: Marcos Dantas – ed. Kelps – (s/data)  – (pág, 83 a 98)



CASO: ADEMAR ALVES ATAIDE

Por conta da entrevista ser consideravelmente longa, este texto busca fazer um resumo do acontecido, conforme relatado pelo protagonista Ademar Alves, ocorrido em agosto de 1985, na época, com 38 anos.


O início: 

Ademar - “Bom, o que aconteceu foi o seguinte; ...eu era motorista de taxi e estava em meu ponto, juntamente com um camarada chamado Abdias. Depois, o telefone tocou, e como era a vez dele de corrida, o mesmo atendeu e depois saiu. Em seguida, chegou um casal, ele moreno, boa pinta. A mulher com o cabelo jogado no rosto... Eles queriam uma viagem para Alto Araguaia-MT. Eu aceitei e nós combinamos o preço, que ficou em vinte e sete mil cruzeiros, porque já era noite e a estrada estava ruim... Eram por volta das 22 horas. Aí ficou uma questão pendente e eles falaram que iam dar uma volta. Depois chegaram alguns colegas meus e eu avisei para eles que iria levar um casal para Alto Araguaia. Como o casal se ausentou, eu fiquei conversando com meus amigos. Depois como por encanto os dois reapareceram ao lado do meu carro. Foi ai que os meus amigos disseram: “Mas por onde eles passaram que nós não vimos?”. Depois, finalmente seguimos viagem.

Quando chegamos no Pontal do Araguaia o homem me perguntou com uma voz estranha: "você tem conhecimento de algumas coisas estranhas na região?”. E eu lhe respondi: “Mas que coisa estranha é essa?”. Eu pensei que fosse alguma coisa histórica, mas ele repetiu: “Você não tem ouvido falar de coisas estranhas na região?” E eu rebati: “Esta região é muito calma, ninguém vê falar em nada de errado por aqui”. Seguimos viagem. Mas ele continuou falando: “Hoje você vai ver e ouvir coisas que jamais sonhou que existisse”.

Entrevistador – Ele estava preparando a sua mente?
Ademar – Creio que sim. E foi naquele papo todo que ele me disse que eu iria ver uma nave.

Entrevistador – Ele falou de onde tinha vindo?
Ademar – Não, Não falou... Ele apenas ficou sentado no banco de trás e somente ele falava, a mulher não. Mas, os dois conversavam entre si numa linguagem que jamais consegui compreender. Depois chegamos num chapadão onde todo mundo conhece a região, à frente de Ponte Branca, foi aí que ele me falou que haveria um sinal pra nós. E eu teria que dar um primeiro sinal.

Entrevistador – Sinal? Pela luz do carro?  
Ademar – Isso. Depois eu dei o sinal. Foi mais na frente que a mulher me perguntou as horas e nesse momento eu vi que era uma mulher diferente. Foi aí que me deu aquele calafrio, passei a ter medo, mas, não dei demonstração. Quando chegamos mais adiante o homem tornou a me pedir para dar um novo sinal, e foi naquele momento que uma nave cruzou o nosso caminho. Então, eu fiz um outro determinado sinal que ele me mandou e aí a nave cruzou por cima da estrada. Era muito iluminado, ficou tão claro que eu podia encontrar uma agulha no chão.

Entrevistador – E o objeto, como era?
Ademar – Não sei precisar direito, mas era grande. Considero, mais ou menos, uns dez metros quadrados, e tinha muita luz em torno dela e piscando. Luzes de todas as cores. É como pegar dois pratos de louça bem fundos, fechar eles no centro e encher de luz no lado.

Entrevistador – Você notou algum campo de força ao redor do disco?
Ademar – Não! Mas, quando chegamos lá adiante num novo local, ele pediu para que eu parasse e continuasse o sinal, e aí a nave aproximou, e ficou a uns duzentos metros de nós. Estava na frente do carro. Ela ficou ali paradinha, suspensa no ar com suas luzes. Tranquilamente e sem nenhum ruído. Nenhum mesmo.

Entrevistador – Nesse momento que horas já eram?
Ademar – Isso foi, mais ou menos, na base das duas horas da madrugada. Foi aí que o casal desceu do carro e eu também desci normalmente. Na nave havia um espelho que não tinha reflexo de nada. Parece que esse espelho era para me identificar. Notei uma luizinha bem azul passou numa arvore próxima do carro, passou no carro, passou em nós, só que não tinha reflexo nenhum na nave. Parece que estávamos sendo identificados. Foi aí que eu perguntei ao homem o que significava tudo aquilo e ele me falou sobre a identificação. E a coisa ficou naquilo. O homem e a mulher começaram a se comunicar na língua deles, eu não entendia absolutamente nada. E isso demorou mais ou menos meia hora.

Entrevistador – Ele fez algum convite pra você?
Ademar – Sim, ele já tinha feito isso bem antes. Ele me disse que se eu quisesse iria embora com eles para o além. Ele só falou assim. Para mim não foi nada fácil tentar compreender tudo isso. E não compreendo.

Entrevistador – E o que aconteceu com os dois que estavam com você?
Ademar – Eu pensei comigo que se eu não fosse, eles iriam assim mesmo. Mas, de alguma forma, eles não embarcaram, parece que faltava alguma coisa. Foi aí que a nave deu aquele vôo como se fosse um vaga-lume, ficando bem alto. Não fez nenhum barulho, subiu ao alto e ficou parecendo uma estrela.

Entrevistador – Nesse interim, e os seus passageiros?
Ademar – Eles ficaram conversando na língua deles de maneira que eu não entendia nada. Foi aí que pedi para seguirmos viagem. Eu estava louco pra ir embora. (...) ...o homem era moreno e a mulher... a mulher não sei explicar. A caracteristica do homem era normal, era um homem simpático. Enfim, eu queria ir embora e chamei para seguirmos viagem. A mulher não queria ir. Era queria ficar por todos os meios. Mas, depois de muita insistência, ela aceitou. Eu queria ir embora e só nisso que eu pensava. 

Entrevistador – Mas, a mulher queria embarcar na nave?
Ademar – Eu não sabia mais qual era o intuito daqueles dois a partir daquele momento. Em seguida, depois de muita insistência, retornamos para o carro e seguimos para Alto Araguaia. Eles me relataram que estavam em busca de duas mulheres. Quando chegamos em Alto Araguaia, fomos para um hotel. Então encostei o carro ali e era cerca de três horas da manhã, depois entramos no hotel. No outro dia acordei as nove horas da manhã e eu pensei “acho que estou livre agora”.

Entrevistador – Os dois dormiram juntos?
Ademar – Não prestei atenção. Eu sei que peguei um quarto lá no fundo e apaguei por completo. (...) ...quando acordei já pensei “Bom, agora eu vou voltar para o meu destino”. Quando eu cheguei na porta do meu carro, olha quem estava lá!?

Entrevistador – Os dois?
Ademar – Só ele! Só o homem. (...) Eu estava muito sujo, pois era o mês de agosto e de poeira. Ele estava totalmente limpinho. (...) ...eu estava muito abalado. Havia terra em cima do painel do meu carro, mas o homem estava de calças jeans, uma camiseta azul por dentro e uma jaqueta jeans, a mesma roupa - impecável.

Entrevistador – Ele tinha alguma bolsa ou coisa assim?
Ademar – Sim, tinha uma bolsa de couro pequena debaixo do braço, como se fossem documentos. Além disso, não tinha mais nada de bagagem.

Entrevistador – A voz deles era igual a nossa ou era diferente?
Ademar – Era muito confusa, ...era mecanizada, quando eles conversavam entre si. É exatamente isso que eu não entendi. O som da voz deles saia como se estivessem falando com uma caixa de som. Eletrônica, mais ou menos assim. ...então, naquele momento que eu pensei que estava livre deles, ele me disse para leva-lo para o lado do rio. Eu já sabia que ali tinha um rio, mas e ele, como sabia? ...quando lá chegamos, ele me pediu para perguntar as lavadeiras, que ali se encontravam, se elas tinham visto duas mulheres por ali. As lavadeiras disseram que não. ...mais adiante, onde estavam outras lavadeiras, novamente ele me pediu para perguntar (as mulheres não entendiam o jeito que ele falava), quando perguntei, essas outras mulheres responderam que tinham vistos duas moças dois dias antes. Depois disso, fomos embora e voltamos para a porta do hotel e eu pensei comigo mesmo “agora é a hora de nosso acerto”. Mas, quando íamos acertar, chegou um colega meu de profissão, daquele município. Um homem que fala demais. Ele foi me contar que durante a madrugada tinha visto um disco-voador pairando por sobre os céus daquela região. O cara era do tipo esparolado, que chega conversando o que vem na cabeça. Mal sabia ele que estava impedindo o meu acerto com o extraterrestre.

Entrevistador – E este seu amigo tinha realmente visto a nave?
Ademar – Acho que sim. ...o horário dele coincidia com o meu, que era aproximadamente três horas da manhã. (...) Essa nave circundou toda a região e foi sentido a Barra do Garças. (...) Depois que livramos daquele falador, finalmente fomos fazer o acerto. (...) Ele pegou imediatamente a sua bolsinha e a abriu, revelando-me em que em seu interior haviam dezenas e dezenas de notas grandes. O maior valor da época. E eram todas notas novinhas. Muito novas. Eu confesso que achei muito estranho (risos).

Entrevistador – E depois?
Ademar – Nós havíamos combinado que o preço da corrida seria de vinte e sete mil cruzeiros, mas, ele acabou me dando trinta mil cruzeiros e não quis receber o troco.

Entrevistador – Ele havia pechinchado?
Ademar – Não, pelo contrário. Eu é que lhe disse que cobraria vinte e sete, mas ele acabou pagando os trinta. Achei muito bom por ter recebido aquele extrazinho. Mas, depois eu notei uma grande diferença no veículo. Quando partimos de Barra do Garças e nos dirigimos para Alto Araguaia, eu tinha enchido o meu tanque. Depois do contato com a nave extraterrestre e depois que cheguei em Alto Araguaia, notei que o meu tanque estava quase vazio, e isso era muito difícil de acreditar, porque não tinha lógica. O trajeto era pouco para ter gasto tanto combustível.

Entrevistador – E a mulher? O que foi feito dela?
Ademar – A ultima vez que vi ela foi na madrugada, quando do contato com a nave. Depois que ela entrou para o hotel não a vi mais.

Entrevistador – Ele não comentou sobre ela depois?
Ademar – Não! Não comentou e eu também não perguntei.

Ataide Ferreira (AMPUP) e Ademar Alves


Sobre o relato: o livro continua a decorrer a história do senhor Ademar Alves de Ataide, porém, para não delongar o extenso texto, concluiremos esse transcrito por aqui... O restante do conteúdo deste acontecimento pode ser conseguido por intermédio da AMPUP ou pelo próprio protagonista que, até atualidade (2022), ainda reside na cidade de Barra do Garças – MT.

Ataide Ferreira e o autor Marcos Dantas 


Transcrição;
Ataide Ferreira – psicólogo, escritor, membro da Comissão Brasileira de Ufologia (CBU), consultor da Revista UFO, presidente da AMPUP.


terça-feira, 22 de março de 2022

Mato Grosso no panorama dos Eventos de Ufologia pós-pandemia - março de 2022, Curitiba/PR

Após um longo tempo de reclusão por consequência da pandemia, os grandiosos e tão requisitados eventos presenciais da Ufologia foram forçados a ficarem estagnados, minimizando e, até mesmo, esvaindo a inteiração direta entre os expressivos nomes no assunto.

Sobretudo, a expectativa ao retorno dos encontros presenciais de Ufologia, entusiasmou a comunidade ufológica, resgatando vigor e a empolgação dos simpatizantes e entusiastas, tendo em vista, a retomada do primeiro Congresso Ufológico pós-pandemia, ou seja, após tanto tempo parado, os Eventos de Ufologia ressurgiram com força total !!! Inúmeras pessoas foram prestigiar o XXV Congresso Brasileiro de Ufologia, realizado na cidade de Curitiba/PR, nas datas 18 á 20 de março de 2022 – Evento da Revista UFO.

Foram mais de 13 (treze) conferencistas, nacionais e internacionais, e as abordagens que envolve a Ufologia Mato-grossense não ficou de fora desta retomada, pois o presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) – Ataide Ferreira –foi um dos convidados a explanar sobre a rica casuística ufológica que abrange todo o Estado de Mato Grosso, em especial, nas regiões de Chapada dos Guimarães (65 km da capital) e Barra do Garças (516 km).

Portanto, pode-se dizer, de certa forma, que Mato Grosso está, mais uma vez, presente nos importantes e imponentes eventos de Ufologia, levando ao público brasileiro o que há de mais significativo e atual nos acontecimentos Ufológicos do Centro-Oeste.

O tema da ufologia mato-grossense, que foi abordado no evento de Curitiba, ficou estampado sob o título “O impacto Psicológico do fenômeno UFO na cultura ancestral”, assunto que adentrou em vestígios e um rico acervo no âmbito ufológico, encontrados em regiões do centro-oeste brasileiro, sejam nos contos indígenas, relatos de antigos fazendeiros, inscrições rupestres, artefatos primitivos, registros locais estampados em antiquíssimas publicações, o drama psicológico das testemunhas, entre outros.

Os eventos da Revista UFO são sempre requisitados pelo público, tendo em vista a alta qualidade dos conferencistas e da organização. Foram mais de 400 inscritos, apesar das grandes dificuldades e apreensão para a realização deste primeiro Evento pós-pandemia.

Vale ressaltar que o Evento foi esplendido, maravilhoso, fantástico !!! ...a inteiração entre palestrantes e o público são os ápices mais sublimes destes momentos, foram muitos conhecimentos trocados, muitas amizades reforçadas, muitos planos elaborados, muitas expectativas levantadas, tudo visando a perpetuação desses momentos mágicos e de conhecimentos inigualáveis. Os conferencistas escalados são altamente capacitados e preparados, detentores de conhecimentos avançados sobre os temas abordados, o que os diferenciam da maioria.

O representante da Ufologia mato-grossense se deslumbrava com os conhecimentos adquiridos nesta intensa troca de informações e amizades, o retorno do pesquisador da AMPUP para o Estado de Mato Grosso trouxe em sua bagagem um acervo gigantesco de novidades e projetos, tudo visando direcioná-los aos membros da AMPUP. 

Portanto, o primeiro congresso pós-pandemia (XXV Congresso Brasileiro de Ufologia) enalteceu a empolgação do publico presente e a certeza de que “Valeu a Pena”. Um surpreendente encontro, num ambiente altamente propício para aprender e discutir a temática com grandes pesquisadores, garantindo a certeza de que o fenômeno UFO é uma realidade.


Autor:
Ataide Ferreira - psicólogo, escritor, estudioso sobre as estranhezas psíquicas/parapsicologia, consultor da Revista UFO, membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), presidente da AMPUP.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Presidente da AMPUP na Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU)

Uma das atividades mais ferrenhas da Ufologia concentra-se no dedicado empenho da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), um seleto grupo de pesquisadores, cuja dedicação de maior relevância esta na enérgica exigência, por petições judiciais, ao Governo Federal, solicitando a desclassificação de informações tidas como sigilosas sobre o fenômeno UFO, bem como, sua disponibilização para acesso publico/civil – conforme determina a Lei 11.111/2005, combinada com o Decreto 5301/2004.

A eficiência dos membros da CBU protocolaram documentos que alardearam cinco instituições do Governo Federal, entre elas, a Casa Civil e o Ministério de Defesa. Tais documentos foram apresentados contendo meticulosamente detalhes de conhecimento sobre a inteiração do meio Militar com o fenômeno UFO, resultando em farto material e deixando claro o nível de noção da ufologia brasileira para com tais informações pretendidas; inclusive apontando onde estariam arquivadas e apresentando vasta argumentação Legal para requerer atendimento dos seus pleitos, enfatizando que esses documentos são “permanentes, de valor histórico, probatório e informativo, que devem ser definitivamente preservados” (Lei 8.159/91, art. 8º, § 3º).

Como resposta, a CBU conseguiu realizar um feito nunca antes visto na história da Ufologia, a primeira reunião Formal entre Ufólogos e as mais altas patentes das Forças Armadas Brasileira/ Ministério de Defesa, para tratar do acesso a documentos militares que abordam relatos envolvendo Objetos Voadores Não Identificados (OVNI´s), encontro acontecido em abril de 2013. Tal marco resultou na admissão oficial sobre a realidade de tais documentos e a abertura de mais de duas mil páginas de documentos sigilosos enviados diretamente do Centro de Documentação e Histórico da Aeronáutica para o Arquivo Nacional, além de outras duas mil conseguidas por meio de doações de civis e militares da reserva. Vale salientar e reafirmar que toda a documentação é oficial, e encontra-se disponível para consulta pública nas dependências da Coordenação Regional do Arquivo Nacional no Distrito Federal (COREG), órgão subordinado à Casa Civil.

Entretanto, ainda que a Aeronáutica tenha fornecido a maior parte do seu arquivo desclassificado por encerramento de prazo de sigilo, documentos considerados fundamentais para a obtenção de dados concretos sobre a presença de OVNIS no território nacional foram omitidos ilegalmente. Um dos casos que tipificam esta ilegalidade é a ausência, nas informações desclassificadas, de mais de dezesseis horas de filmes super 16 mm, centenas de fotografias e outros tantos relatórios, originários de uma operação sigilosa da Força Aérea Brasileira nos arredores de Belém, ocorrida entre outubro e dezembro de 1977. Portanto, com mais de 30 anos de ressalva, já deveriam estar disponíveis e, até a atualidade, ainda não vieram a tona. O antigo Serviço Nacional de Informação, atual Agência Brasileira de Inteligência, participou, em parte, dessa operação, que tomou o sugestivo codinome “Operação Prato”. Os renomados estudiosos da CBU chegam a apontar nominalmente algumas testemunhas da existência do material, tanto neste caso da Operação Prato, quanto em outros que igualmente não foram enviados pelo Ministério da Defesa ao Arquivo Nacional, as testemunhas são taxativas ao afirmar a existência de documentos nas três Forças Armadas.

Atualmente, a Comissão Brasileira de Ufólogos continua sua árdua tarefa para ampliar a busca por informações sobre o fenômeno OVNI no território nacional, para tanto, juntam-se nesta batalha, os mais destacados pesquisadores da Ufologia Brasileira. Assim, por um rigoroso processo seletivo, a CBU presta atenção e avalia cada pesquisador veterano da ufologia nacional, visando encontrar aqueles que possam passar pelo austero crivo de apuração da referida comissão e, desta maneira, compor o seu seleto e dedicado grupo.

A ufologia mato-grossense chamou a atenção dos “olheiros” da CBU, que, de certa forma, voltou à atenção ao investigador Ataide Ferreira da Silva Neto, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP). Motivo que fez a Comissão realizar, na surdina, um longo acompanhamento avaliativo das atividades do referido cuiabano, até desenrolar, recentemente, o honroso convite para compor o seleto grupo CBU.

Desta maneira, a Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) tem em seu quadro, o mais novo membro ativo, genuinamente mato-grossense, afoito para contribuir com empenho e muita dedicação a esta mais nova missão. Em resposta, o presidente da AMPUP expressa “estou deveras honrado pelo convite e bastante ansioso em poder colaborar, espero fazer jus a tamanha responsabilidade”.

Ataide Ferreira é o primeiro pesquisador do estado de Mato Grosso a compor a mais “alta cúpula” da Ufologia Brasileira representada pela CBU. A AMPUP mostrou-se bastante animada e gratificada pela indicação do pesquisador e os membros da Associação já alertaram que cobrará do seu presidente muito empenho.


Autor: Equipe AMPUP

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

A Psicologia Anomalística na história da sede da AMPUP

Salão de reuniões – AMPUP
O salão de reuniões onde são realizados os encontros da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP) é parte integrante de uma centenária casa, feita de adobo. Mais especificamente, pode-se dizer, que o auditório planejado para o agrupamento dos participantes da AMPUP foi construído na lateral (grudado) a uma antiquíssima casinha, que guarda muitas histórias. [Foto: salão de reuniões – AMPUP]

Ainda não sabemos a data exata de quando a remota residência foi construída, apenas temos o acerto de que a casa tem mais de 100 anos. Segundo informações colhidas, a casinha era a ultima residência solitária de uma época em que a região era zona rural.

Atualmente, a referida casinha mantém-se em sua firme construção, há cômodos que são utilizados para preservar o museu e a biblioteca da AMPUP, além de guardar uma pequena crônica sobre o lugar.

Um local que, há muito tempo atrás, pertencia a uma senhorinha que faleceu ao final da década de 1970, com a idade aproximada de 104 anos (sic). Ela se chamava dona Antônia Elídia Botelho e morou neste lugar até a sua morte. Dona Antônia era conhecida como “Chantoninha”, uma pessoa querida, de estatura pequena e bastante devota.

Antônia Elídia Botelho, conhecida como “Chantoninha”, antecedente moradora da casinha, na imagem é a primeira da esquerda para a direita – Data: 1964 – crédito: Silvia Arruda.
Todos os finais de tarde ela ajoelhava e rezava o terço. Nunca deixou de fazer isso, mesmo com a idade avançada. Conforme informações, a casa é mais antiga do que a própria senhora “Chantoninha”, pois, pelos relatos, quando ela veio residir no local (na época era um sítio), a casa já existia. Dona Antônia veio morar neste lugar pouco tempo após o seu casamento. Ela se tornou viúva muito cedo e, por muito tempo, viveu neste lugar quase que sozinha, sem ter se casado novamente. [Foto: Antônia Elídia Botelho, conhecida como “Chantoninha”, antecedente moradora da casinha, na imagem é a primeira da esquerda para a direita – Data: 1964 – crédito: Silvia Arruda].

Não raro, casas antigas mexem no psicológico das pessoas e, curiosamente, todo este lugar não foge dos contos e “causos” relatados por diversas pessoas que garantiram terem testemunhado, nesta região, acontecimentos “inusitados” dentre as juras de verdade e o olhar atento (e fascinado) da psicologia e parapsicologia. As histórias variam entre contos quase que contemporâneos falando de uma “senhorinha sair de baixo da figueira (que existe até hoje) e desaparecer na frente da casinha”, ou mesmo épicos e afamados casos antigos. Muitos relatos contados e camuflados no drama psicológico das testemunhas; ...e há aqueles que se destacam:

Silvia Arruda (70 anos/ 2020) – tradicional várzea-grandense conhecedora das antigas histórias desta região, esposa do senhor Estevão de Arruda (82 anos/ 2020) – neto da finada “Chantoninha”.
“Mangueiral Assombrado” – local que foi assim apelidado e cuja fama perdurou por muito tempo, mas que foi desaparecendo com o passar dos anos. A história veio à tona, novamente, por uma tradicional várzea-grandense (Sílvia de Arruda – 70 anos/2020) – esposa de um dos netos (Estevão de Arruda – 82 anos/2020) de dona “Chantoninha”. Diz ela: “...as pessoas morriam de medo de passar por ali, eu acho que alguém assombrava propositalmente, só para dar medo nas pessoas, a fama já tinha e o resto você avalia”, assim ela conclui. [Foto: Silvia Arruda (70 anos/ 2020) – tradicional várzea-grandense conhecedora das antigas histórias desta região, esposa do senhor Estevão de Arruda (82 anos/ 2020) – neto da finada “Chantoninha”]

“Cavalo Fantasma” – testemunho de inúmeras pessoas daquela época que diziam que, muitas vezes, um inesperado cavalo, aparentemente enfurecido, vinha galopando por toda a extensão de onde é hoje a Av. Felinto Mulher. Eram relinchares e barulhos que arrepiavam qualquer um que escutasse !!! Acontecimento quase que constante, sempre no horário próximo da meia-noite! O estranho cavalo surgia por essas redondezas e percorria galopeando até onde é hoje a igreja Nossa Senhora do Carmo (próximo à antiga caixa d’água – parte central da cidade), estranheza que aconteciam nas décadas de 40 e 50.

Praça da Igreja Nossa Senhora do Carmo – vista a partir da Av. Couto Magalhães e do outro lado a Av. Felinto Muller – VG, final dos anos 50. Na esquerda, a igreja Nossa Senhora do Carmo ainda com a frente para Couto Magalhães, depois foi demolida e construída de frente para a praça.
Apesar desse relato, atualmente, ser muito difícil de ser encontrado, o conto veio à tona novamente com o depoimento de Sérgio Araújo (66 anos/ 2020), sendo ele outro neto de dona Antônia. Diz ele que o pai (genro de “Chantoninha”), certa vez, testemunhou frente-a-frente o “cavalo-fantasma”, que, segundo conta, soltava fogo nos cascos e não se conseguia ver a cabeça do animal, “surgia do nada” e "por essas redondezas". O próprio presidente da AMPUP já havia escutado tal “causo” contados pelo seu avô paterno e, também, por outros antigos moradores (década de 80). [Foto: Praça da Igreja Nossa Senhora do Carmo – vista a partir da Av. Couto Magalhães e do outro lado a Av. Felinto Muller – VG, final dos anos 50. Na esquerda, a igreja Nossa Senhora do Carmo ainda com a frente para Couto Magalhães, depois foi demolida e construída de frente para a praça].  

Apesar da Psicologia Anomalística se encantar com a “verdade” dessas pessoas, a pergunta fica: histeria coletiva? Criação psicológica? Realidade ou incremento da imaginação? Ou uma mistura das duas coisas? O que eles realmente viram? Independente da resposta: é muito bom relembrar os “causos” que ficaram camuflados na vivência psicológica do nosso povo daquela época.


Autor:
Ataide Ferreira da Silva Neto - psicólogo, escritor, conferencista, estudioso sobre as estranhezas psíquicas/parapsicologia, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), consultor da Revista UFO.